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Utopia?

Embora nosso site lute pelo envelhecimento ativo democrático da população brasileira, sabemos que isso faz parte da Utopia Brasil.

Temos publicado fotos e desenhos talvez românticos porque há uma preocupação em apresentar o envelhecimento ativo como algo lúdico para os que podem optar por praticá-lo. E ao mesmo tempo despertar sua responsabilidade social e seu papel como cidadão. Muitas vezes, por exemplo, dedicando horas num trabalho voluntário que ajude quem não pode escolher o caminho do envelhecimento ativo e vive numa instituição de longa permanência.

Sabemos que a realidade está muito longe de qualquer utopia, haja visto o Estatuto do Idoso. Ele representa um avanço  mas está para a nossa realidade como o artigo da  Constituição brasileira “todos são iguais perante a lei.”

 Definição

A Organização Mundial da Saúde cunhou o termo Envelhecimento Ativo

Se quisermos que o envelhecimento seja uma experiência positiva, uma vida mais longa deve ser acompanhada de oportunidades contínuas de saúde, participação e segurança.

“O envelhecimento ativo aplica-se tanto a indivíduos quanto a grupos populacionais. Permite que as pessoas percebam o seu potencial para o bem-estar físico, social e mental ao longo do curso da vida, e que essas pessoas participem da sociedade de acordo com suas necessidades, desejos e capacidades; ao mesmo tempo, propicia proteção, segurança e cuidados adequados, quando necessários.

A palavra “ativo” refere-se à participação contínua nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis, e não somente à capacidade de estar fisicamente ativo ou de fazer parte da força de trabalho. As pessoas mais velhas que se aposentam e aquelas que apresentam alguma doença ou vivem com alguma necessidade especial podem continuar a contribuir ativamente para seus familiares, companheiros, comunidades e países.

O objetivo do envelhecimento ativo é aumentar a expectativa de uma vida saudável e a qualidade de vida para todas as pessoas que estão envelhecendo, inclusive as que são frágeis, fisicamente incapacitadas e que requerem cuidados. O termo “saúde” refere-se ao bem-estar físico, mental e social, como definido pela Organização Mundial da Saúde. Por isso, em um projeto de envelhecimento ativo, as políticas e programas que promovem saúde mental e relações sociais são tão importantes quanto aquelas que melhoram as condições físicas de saúde.

Manter a autonomia e independência durante o processo de envelhecimento é uma meta fundamental para indivíduos e governantes .

Além disto, o envelhecimento ocorre dentro de um contexto que envolve outras pessoas – amigos, colegas de trabalho, vizinhos e membros da família.

A qualidade de vida que as pessoas terão quando avós depende não só dos riscos e oportunidades que experimentarem durante a vida, mas também da maneira como as gerações posteriores irão oferecer ajuda e apoio mútuos, quando necessário.

Politicamente Correto

Praticar o envelhecimento ativo é  politicamente correto porque nos empodera. Em vez de despesas, produziremos para que o Brasil cuide dos mais necessitados. E  diante da nossa responsabilidade de  cidadã, cidadão, os idosos ativos  podem ser  cuidadores  voluntários dos  idosos com menos qualidade  de vida.

Meu envelhecimento ativo

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Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, 70  anos, carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. Este site  é muito biográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Para mim, envelhecer é  uma dor  administrável. E   também prazer.

Foto: à  partir da esquerda, Helga Fanini, Elvira Moraes Ornella, Thereza, Adriana Vieira e Evelise Cavancanti, no dia  em que  completei 70 anos, em julho passado.

Thereza Christina  Jorge, editora

#meuenelhecimentoativo

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Sobre mim

Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. Este blog é muito biográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver.




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