Antes de comprar um Celular, saiba disso:


Em 2013, surgia no mercado de smartphones o Moto G, que causou impacto por trazer um bom desempenho por módicos R$ 649. O modelo não apenas virou campeão de vendas da Motorola, vendendo cerca de 16 milhões de unidades no Brasil, mas levou as marcas concorrentes a lançar outros produtos com bom custo-benefício. O problema é que nos últimos anos, a crise econômica levou à alta de quase todos os celulares vendidos no país e bagunçou um pouco os perfis dos smartphones lançados por aqui.

Segundo a consultoria GFK, os atuais modelos de celulares à venda no Brasil podem ser divididos em quatro espectros, de acordo com suas faixas de preço: baixo custo, com aparelhos que custam até R$ 449; médio custo, de R$ 450 a R$ 999; alto custo, de R$ 1.000 a R$ 1.899; e premium, os acima de R$ 1.900. De um modo geral, os produtos tecnicamente acompanham essa divisão; ou seja, quanto mais caro, melhor. Mas nem sempre isso pode ser levado à risca.

Os celulares de baixo custo são para quem está adquirindo seu primeiro aparelho e/ou não tem muito dinheiro para investir. São exemplos dessa faixa os modelos One S420, da brasileira Positivo (R$ 399), e o Pixi 4, da chinesa Alcatel (R$ 351,91). Suas configurações são as mais fracas também: câmeras de no máximo 8 MP, telas pequenas e memória interna de apenas 8 GB, que não comportam muitos apps –a maioria dos bons modelos têm no mínimo 16 GB.

Mesmo para quem quer correr o risco e só quer um celular para ligar e usar o WhatsApp –provavelmente com um plano de internet móvel restrito– há um problema novo: esses modelos estão ficando mais difíceis de achar. Já não se encontra tão facilmente modelos baratos das grandes marcas, como Samsung, LG e Motorola. Estas estão investindo mais nas faixas de mercado seguintes, as dos celulares de médio e alto custos.

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Essas duas faixas são para usuários um pouco mais experientes, que por ventura já passaram pelo celular de baixo preço e que agora exigem mais recursos e desempenho, mas ainda sem gastar demais. Aqui já vemos modelos com telas de cinco polegadas e processadores quad-core, mais rápidos que os da categoria anterior.  A alta dos preços também “empurrou” muitos consumidores a comprar um celular mais caro.
Compacto do UOL

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

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