AUTONOMIA, a melhor estratégia contra a violência

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No Manual de Enfrentamento a violência contra a Pessoa Idosa do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos,  (link para fazer o download ( manual-de-enfrentamento-a-violencia-contra-a.pdf ),   o capítulo  sobre estratégas para enfrentar a violência, traz seis acões:

Estratégia 1 _ Investir numa sociedade para todas as idades

Estratégia 2 _ O Governo deve priorizar os direitos da pessoa idosa,segundo todas as convenções internacionais

Estratégia 3Contar com a pessoa idosa: “nada sobre nós sem nós”

Estratégia 4 _  Apoiar as famílias que abrigam pessoas idosas em sua casa

Estratégia 5Criar espaços sociais seguros e amigáveis fora de casa

Estratégia 6Formar profissionais de saúde, assistência e cuidadores profissionais

Prevenir dependências

E como cada um/uma de nós pode, desde hoje, adotar a prevenção de dependênias, reproduzimos o texto do manual.

“Por fim, mas não menos importante, é preciso investir na prevenção das situações que aumentam a probabilidade de a pessoa idosa se tornar dependente ou de acumular comorbidades.

Como já dissemos, o idoso/a dependente é o que tem maiores probabilidades de sofrer violências institucionais, sociais, culturais e familiares.

Muitos desses cuidados já foram mencionados como é o caso prevenção das quedas, de acidentes domésticos, de acidentes no trânsito e nos transportes. Embora o número que hoje necessita de cuidados especiais seja relativamente pequeno em comparação com o onúmeronúmero total da população brasileira acima de 60 anos, os custos sociais das famílias e dos serviços de saúde para uma pessoa idosa doente e dependente são muito elevados. Sabemos também que os equipamentos hospitalares e ambulatoriais não estão devidamente preparados para atendê-los.

Uma política bem delineada e intersetorial de inserção social, de atividade física e até laboral, de lazer, de participação social dentre outros elementos fará que o número de dependentes constitua uma razão cada vez menor da hoje existente. Porém, os estudos (Baltes & Smith, 2006) mostram que tendência de crescimento do número de idosos/as com 80 anos ou mais, em todo mundo, constitui hoje um desafio para as famílias e os sistemas de saúde e de proteção, pois é a partir de então que as várias limitações, comorbidades e dependências se instalam. Nunca podemos esquecer de que hoje é esse grupo de pessoas idosas o que mais cresce no país.

Simultaneamente, portanto, precisamos dar continuidade e aperfeiçoar o ambiente de segurança que vem com a aposentadoria e vários outros tipos de benefício social que funcionam no Brasil por meio de políticas sociais inclusivas — visando a uma velhice saudável, ativa e positiva, e cuidar daquelas pessoas que têm dependências, perderam sua autonomia e estão em situação de pobreza ou de adoecimento. “

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