Lauren Hutton, 74 anos: capa da Elle e Vogue italiana

Aos 74 anos, Lauren também recorda que jamais imaginou alcançar todo o sucesso que tem hoje. Muito menos uma das carreiras mais longevas da indústria das modelos. “Fui recusada três vezes por ser baixinha e esquisita, meio estrábica. Mas nas ruas começaram a aparecer meninas usando jeans, sem sutiã, de cabelo curto. Na época, as modelos eram todas europeias. Com isso, as agências viram que eu seria uma boa representante desse mercado. E eu só queria sair e conhecer o mundo”, disse a autointitulada “caipira da Flórida” que até estrelou filme ao lado do galã Richard Gere. Lembram dela em O Gigolô Americano (1980)?

Ela também relembra o machismo que sofreu na indústria: “Na década de 1980, fui dispensada de uma marca, da qual era bem próxima, por fazer 40 anos. Naquela época, nenhuma modelo tinha contrato, ganhávamos por hora, e eu estava fazendo 60 dólares por hora e era contratada. Os vice-presidentes da empresa não gostavam da ideia de eu, uma modelo, ganhar mais que eles, e disseram que as pesquisas apontavam que mulheres com mais de 40 não se maquiavam.

Acima trecho da ótima entrevista publicada na revista Elle brasileira deste mês Abaixo, a reprodução da capa da Vogue italiana, de outubro de 2017

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

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