Nada Muito: só Bom Senso

 
A terceira “pílula” semanal, em que falamos de bem-estar para Viva com Beleza, vem com mais esta pergunta dirigida ao médico nutrólogo João Curvo. É um dos assuntos abordados no livro que fizemos em parceria, o Nada Muito Comer e Viver com Saúde e Prazer (Ed. Rocco).
“Na cultura ocidental há uma grande pressão para todos, em especial as mulheres, serem magros. É um paradigma de beleza atual. Como alcançar ou manter esta magreza sem prejudicar a saúde?”
O Dr. Curvo responde:
“As estatísticas mostram que as pessoas dentro da sua faixa ideal de peso apresentam menor incidência de diabetes e de doenças cardiovasculares. Este é um forte motivo para não desejarmos ser gordos. Por outro lado, para uma boa saúde não é necessário ser magro no sentido de ser magricela. O importante é estar bem, com o percentual de gordura* dentro da faixa considerada ideal em relação à idade e ao sexo.”
Bom apetite.

*Este percentual de gordura no corpo é obtido na realização de exame. 

Esta postagem é uma republicação. Ensina tanto até agora que resolvi compartilhar novamente. Há leitores que não a conhecem. TCJ

 
 

 

Léa Maria

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

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