Quando a ciência confirma “a sua” descoberta


Não sei se o fato de ter aprendido a ler em bulas de remédio, tenho a (controvertida) mania de automedicação.
Entendo o risco dessa prática mas pelo menos duas vezes, achei a cura depois de percorrer uma década de consultórios médicos, fisioterapeutas e ingerir doses maciças de anti-inflamatórios.
A primeira autocura foi por acaso. Comecei a tomar um produto chamado Gelamin (Mobility  e outros) porque estava muito flácida e sem poder fazer exercícios. Tomei x meses (foi um tempinho). Comecei a reparar que o pescoço parou de doer, a mão estava mais forte e menos dolorida e o cotovelo raramente tinha aquelas pontadas super desagradáveis. Bem, não parei mais. 
A segunda autocura foi uma injeção de B12, mensalmente, e as dores pelo corpo desapareceram. Mas disso vamos falar  uma outra vez.
Agora, olhem a comprovação científica da minha experiência no conteúdo abaixo.

Sua própria nomenclatura deixa claro seu papel no organismo – derivado das palavras gregas Kolla (cola) e Genno (produção) o colágeno é literalmente encarregado pela produção da “cola” que compõe e mantém cartilagens, tendões, ossos, pele, veias, tecido muscular e até mesmo os dentes.  Entenda porque é tão importante incluir o colágeno na alimentação e o que podemos fazer para minimizar as perdas na vida adulta.

Produzido naturalmente pelo corpo através dos fibroblastos, o colágeno presente em nosso organismo durante a juventude representa até 1/3 de toda nossa estrutura óssea, dérmica e muscular. A capacidade de produção dessa proteína se dá através da digestão, onde o corpo transforma o alimento fonte de colágeno em aminoácidos que serão absorvidos e distribuídos pelo organismo através da corrente sanguínea conforme a necessidade.

O processo de síntese do colágeno é essencial para manutenção da elasticidade e flexibilidade de ossos, ligamentos, tendões, e pele. O grande problema é que ao atingir o vigor físico, por volta dos 25 à 30 anos de idade – os fibroblastos perdem gradualmente a capacidade de sintetizar o colágeno e os níveis dessa proteína no organismo vão diminuindo.

Doenças decorrentes de esforço físico e desgaste ósseo como artrose, artrite, e fibromialgia tendem a surgir com maior facilidade devido à deficiência de colágeno.

Se não for suprida através da boa alimentação, essa carência pode prejudicar todo tecido ósseo, propiciando lesões e fraturas. Isso significa que muitos sinais próprios do envelhecimento devem-se à queda do nível de colágeno, que pode ser minimizado através da alimentação e suplementação adequada.

Compacto Nature Center

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Voltar ao topo