A mala perdida

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Durante o ano todo, os aeroportos estão cheios de pessoas indo para ou voltando de algum lugar. Esse movimento se intensifica no verão, com as férias e feriados, por isso vim hoje falar sobre malas extraviadas. Isso acontece normalmente em voos com conexão, uma falha na transferência da mala pode colocá-la em outro avião com outro destino. Erros ou perda da etiquetagem, ou até mesmo alguém pegá-la por engano também podem levar ao sumiço da bagagem.

De acordo com um levantamento de dados feito pela SITA (especializada em tecnologia de comunicações e informações de transporte aéreo), 23,1 milhões de bagagens foram extraviadas no ano de 2015, cerca de 6,53 bagagem a cada mil passageiros, do total de 3,54 bilhões. Apesar do número ser baixo aqui vão algumas dicas sobre o que fazer no caso da sua bagagem não chegar ao destino final.

Em primeiro lugar, lembre-se de sempre colocar uma etiqueta do lado de fora com seu nome, endereço e contato (email e/ou telefone), e também coloque alguma fita colorida, adesivos ou algo que destaque a sua bagagem das outras sendo mais fácil encontrá-la entre tantas, assim a empresa terá certeza de ser a sua mala e em contato com você. Por via das dúvidas, sempre leve uma ou duas trocas de roupa na mala de mão e itens de higiene pessoal, junto com seus pertences de valor, e tire uma foto da mala e do comprovante de despacho de bagagem.

Então aconteceu, você ficou esperando e sua mala não veio, ela desapareceu. Primeiro de tudo não se desespere, você já tomou todas as precauções acima, o que vai facilitar a sua vida e a da empresa que precisa localizar a sua bagagem.O mais importante é: não saia  da área de desembarque sem antes falar com algum funcionário da companhia. Eles irão acionar a área de achados e perdidos para ver se a bagagem está no aeroporto, caso não esteja te darão um formulário para preencher, o RIB (Relatório de Irregularidade de Bagagem) ou PIR (Relatório de Irregularidade de Propriedade), e é pelo código desse formulário que você acompanhará as buscas.

Para você não ficar desamparado algumas companhias dão uma indenização para comprar itens básicos enquanto você espera a bagagem, outras reembolsam o dinheiro que você precisou gastar até um determinado valor, por isso sempre guarde as notinhas. Mas isso vai da companhia e você deve se informar com um funcionário antes para ter certeza.

A próxima coisa a se fazer é ligar para o seu seguro viagem, avisar do ocorrido e passar o número do formulário para que eles possam acompanhar as buscas e se eles também têm alguma ajuda de custo para os gastos com roupas, sapatos e itens de higiene que você talvez precise que comprar.

Logo que resolver toda a burocracia não há mais o que fazer, só esperar. Se a companhia localizar a sua mala eles vão entrar em contato e combinar a entrega no endereço que você fornecer ou a retirada no aeroporto, de acordo com a sua escolha.

E se não encontrarem a bagagem? As buscas vão até 21 dias para voo internacional e 30 para voos domésticos, após esse tempo a sua mala é considerada oficialmente extraviada. A partir desse momento a companhia tem que pagar uma indenização levando em conta o peso da bagagem(normalmente U$20 por quilo, ou aproximadamente R$ 4 mil em voos dentro do país), e depende do país em que você comprou a passagem, pois cada um tem uma legislação quanto ao extravio de bagagem.

Se você não ficar satisfeito com o valor da indenização pode entrar na justiça para recorrer, vale pesar o custo benefício dos gastos. Também é recomendado entrar em contato com a seguradora para saber a cobertura nesses casos.

Pesquisa

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

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