Universidade de Coimbra transmite doutorado online sobre Envelhecimento Ativo, amanhã

A escola europeia de doutoramento em envelhecimento “EIT Health Ageing PhD School”, coordenada pela Universidade de Coimbra, realiza de 30 de novembro a 4 de dezembro, um Retiro Anual com um programa online que inclui palestras abertas ao público em geral sobre vida saudável e envelhecimento ativo, desafios sociais e o papel da inovação. A iniciativa, que vai reunir alunos e parceiros para discutirem ideias colaborativas e planos de investigação de doutoramentos, inclui ainda cursos de Inovação e Empreendedorismo e workshops de desenvolvimento de carreira.
A iniciativa está organizada em quatro apresentações principais de livre acesso: “How can we extend healthy lives?” (30 de novembro, 09h15) com Thomas von Zglinicki, da Universidade de Newcastle; “From the kitchen to the bedside: understanding the molecular basis of synucleinopathies” (1 de dezembro, 10h) com Tiago Outeiro, da Universidade de Medizin Göttingen; “Societal challenges beyond and next to your PhD” (2 de dezembro, 10h) com Erik Buskens, da Universidade de Groningen, e “Innovation in Healthcare” (3 de dezembro, 10h) com Alexandre Lourenço, do Centro Hospital e Universitário de Coimbra e Doutorando na NOVA School of Business & Economics.
A escola de doutoramento EIT Health Ageing, focada no Envelhecimento, resulta de uma colaboração pan-europeia de parceiros académicos e não académicos do EIT Health, um programa europeu dedicado ao financiamento e mentoria de startups na área da saúde e das ciências da vida.
O objetivo desta escola é promover a formação internacional e intersetorial de uma nova geração de especialistas de doutoramento em ciências do envelhecimento, neurociência, gerontologia e epidemiologia, de forma a alcançarem competências sólidas de Inovação e Empreendedorismo (I&E) que possam usar para desenvolver e comercializar novas soluções de saúde.
É a primeira Escola de Doutoramento na área da saúde a ser distinguida com um EIT Label, um certificado de qualidade que é concedido a excelentes programas educacionais focados em inovação, empreendedorismo, criatividade e liderança e que são baseados no paradigma do triângulo do conhecimento: a integração entre inovação, investigação e ensino.
Tem um vasto conjunto de parceiros europeus, dos quais a Universidade de Coimbra, o Instituto Pedro Nunes e o Centro Hospital e Universitário de Coimbra.
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No diário Aprendendo a Envelhecer _ Envelhecimento Ativo …

O cabelo branco de Glória Pires e o meu

No último domingo, dia 22, a revista Ela publicou uma excelente entrevista com a atriz Glória Pires, cujo tema foi o envelhecimento sob o seu ponto de vista. 

Glória deixou-se  fotografar no esplendor dos seus 57 anos. Parou de pintar o cabelo negro sempre elogiado, usou os looks mais lindos e perfeitamente  compatíveis com sua idade e nos deu algumas lições importantes. Para ela, é preciso aceitar o envelhecimento e as suas  limitações. Como ela mesma diz , porque envelhecer não é fácil,  “mas é mais fácil quando você abraça essa condição”. 

Envelhecer não é fácil, nós que já passamos dos cinquenta e sete e dos sessenta já sabemos. Nós que chegamos aos 70 e vamos trilhando cada ano, já temos algumas certezas e várias dúvidas. Entre muitas amigas que tenho, a maior parte já está chegando ou já chegou aos setenta. Temos consciência, hoje, de que chegamos aqui com muitos benefícios, bem diferentes das nossas avós que aos 60 já tinham um visual que nem os 80 de hoje conseguem copiar.  Minha avó usava o clássico chemisier, tinha o cabelo branco com um tonalizante azul pálido e uma rede finíssima para não desmanchar o penteado.

Minha mãe já era um enorme passo à frente, indo ao salão toda semana, escolhendo cuidadosamente vestidos mais modernos, tailleurs e terninhos, usando saltos grossos que eram moda, mas altos. Era vaidosa e adorava óculos modernos e blazers de linho. Eu já sou uma avó que sempre trabalhou,  que frequentou a universidade, que escolheu o momento de ter os filhos. A moda era o gosto pessoal, roupas boas e confortáveis, de corte impecável. Também sou da turma que  infelizmente fumou durante anos (um traço da minha geração), que se expunha ao sol como se não houvesse amanhã – o que não havia mesmo era o buraco na camada de ozônio e o filtro solar –  que passou pela ditadura e pela censura, que viu a cena histórica da chegada do homem à lua,   que dirigiu carro desde os 18 e que um dia pediu o divórcio depois de 23 anos de casamento,  sem medo de “destruir a família”.  Sou da geração que transformou e muito a vida dos filhos – especialmente das filhas – acolhendo  algumas revoluções de costumes, como a chegada da pílula anticoncepcional,  que mudaria completamente a nossa vida e das mulheres e que hoje têm entre 40 e 50 anos, nossas filhas.  Fomos as primeiras a considerar – com muita reflexão –  que namorados poderiam sim dormir com as nossas filhas desde que mantidos os anticoncepcionais e o bom senso. Enfim, vivemos  momentos decisivos. 

Para Glória Pires, deixar os fios brancos sem tintura é um sinal de liberdade, para mostrar-se como realmente é. Porque os tempos de hoje estimulam a liberdade. Pandemia, isolamento, quase não saímos e dispensamos a maquiagem estando em casa.  Ao sair, as máscaras já dispensam o batom e o blush. Só temos os olhos e o olhar, as sobrancelhas que falam em expressões, os olhos que sorriem tanto quanto a boca. O mundo mudou! A beleza é um conceito e se transforma. Homens e mulheres se cuidam pela saúde e pela vaidade.  Podem ter cabelos brancos ou tingidos nos tons que quiserem,  crespos ou lisos, porque a indústria cosmética dá o suporte nos xampus e cremes para os lisos absolutos, os cacheados maravilhosos ou os crespos rebeldes.  Podem ter rugas que riscam um rosto como se fossem seus rios e suas trilhas, porque a hidratação e a química simulam  o preenchimento do tecido que ressecou.  

Marcas e vincos contam histórias num rosto que parece dizer, vivi muito, colecionei histórias e sabedorias, tenho as mais lindas lembranças, tenho também as dores e as perdas daqueles que amei e que ficaram para sempre, mesmo deixando mágoas para trás. Aprendi que perdoar é libertador, que entender o outro é saber conviver com as diferenças, que  ter fé é um privilégio não importa em quais crenças e que principalmente aprender é por si o que de melhor temos a fazer nessa longa e tão curta vida.

 Zelia Prado

 

 

Sexualidade: cada um pode estar na flor da sua própria idade

 

“Ninguém pode estar na flor da idade, mas cada um pode estar na flor da sua própria idade.” (Mário Quintana).

“Há amor suficiente para todos, à medida que começamos a manifestá-lo em pensamentos, comportamentos e em sentimentos, e o mesmo se aplica para a sexualidade. Ela pode se manifestar em todas as idades e cada pessoa tem uma maneira própria de expressar sua sexualidade. O amor e a vivência da sexualidade podem significar muitas coisas boas para pessoas de mais idade. É uma oportunidade de expressar carinho, afeto, admiração por alguém; é auto-afirmação de si, de seu corpo, auto-estima elevada, bom humor, melhor qualidade de vida.

Dessa forma, esses elementos servem para rejuvenescer, não de forma utópica, mas por se tornarem presentes e vivificarem o cotidiano daqueles que estão abertos para tais situações e para uma vida de maior qualidade. É preciso ter a percepção da diferença existencial entre “ser idoso e sentir-se idoso”. É necessário, também, rechaçarmos a imagem estereotipada que a sociedade, ou mesmo a mídia, nos impõe a respeito da velhice, como se com o passar dos anos, o amor, a expressão do desejo e a manifestação das diversas sexualidades acabassem.

Para quem se fecha, incapaz de se transformar ou evoluir, restam apenas a solidão e o vazio. Mesmo pessoas que nunca se casaram, ou nunca tiveram uma vida sexual plena, podem e devem procurar parceiros para iniciar uma relação, pois “amor e sexo sempre estão presentes para serem redescobertos, intensificados ou mesmo apreciados pela primeira vez, não importando a idade que se tenha” (Butler & Lewis10, 1985).

Por último, deve-se evitar pensamentos saudosistas, que muitas vezes servem para estereotipar as pessoas de terceira idade, paralisando suas ações e as possíveis e indispensáveis contribuições do idoso à sociedade. Isto acontece quando os dias da juventude são lembrados como um tesouro perdido, de tal forma que o idoso vive imerso numa vivência de juventude que se deseja eterna. Hoje, com o aumento da população idosa no mundo, o progresso social e científico, a longevidade e a maior expectativa de vida, o saber envelhecer bem se tornou fator primordial para viver plenamente de forma a se ter uma vida saudável, adaptada e feliz.”

Conclusão do artigo “Envelhecimento, amor e sexualidade: utopia ou realidade?” de Thiago de Almeida e Maria Luiza Lourenço (Scielo)

Diário “Aprendendo a envelhecer” tem novidades

Estamos publicando desde o mês passado  o diário “Aprendendo a envelhecer.” São pequenos registros, às vezes bem-humorados, de observacões ao longo do meu envelhecimento. Hoje, de “Borboleta a lagarta”, na quarentena.

 

http://aprendendoaenvelhecer.blogspot.com

Thereza Christina Pereira Jorge

O Mercado da Longevidade já existe na FGV

A FGV (Fundação Getulio Vargas) lançou o curso de Formação Executiva em Mercado da Longevidade, cujo objetivo é formar gestores para atender às necessidades da população madura, com professores especializados no mercado 50+, desde pesquisadores a consultores.

O time de docentes inclui duas profissionais vindas do Turismo: Simone B. Lara, que tem mais de 20 anos na área de vendas e marketing em hotelaria e foi por 11 anos representante da PANROTAS no Rio de Janeiro, e Patricia Galante de Sá, ex-executiva dos setores de hotelaria e aviação, idealizadora e coordenadora do curso.

De acordo com o IBGE, o Brasil tem mais de 28 milhões de idosos, o que representa 13% da população do País, e esse percentual tende a dobrar nas próximas décadas. Diante desses números, nota-se que os consumidores seniores são os que mais crescem atualmente e há uma alta demanda desatendida com características culturais, comportamentais, emocionais e físico-cognitivas bastante específicas.

Com quatro módulos complementares e independentes, o curso Mercado da Longevidade oferece uma abordagem multissetorial e integra aprendizados mercadológicos e comportamentais com a ideação de soluções concretas, em diversos setores de negócios, que podem oferecer cruzamento de ideias e gerar parcerias inovadoras entre os alunos.

Segundo a FGV, o curso também visa proporcionar o conhecimento do potencial e as oportunidades de mercado da Economia da Longevidade; o desenvolvimento de negócios (produtos e serviços) adequados a esse público, conforme a sua tipologia; mostrará como estabelecer relacionamentos adequados; ajudará a fortalecer o networking no segmento e a captar recursos, inserindo a organização no crescente ecossistema de inovação voltado a esse mercado.

“É preciso desenvolver a Economia da Longevidade, ou o que denominamos de oceano prateado, um trocadilho com o conceito de oceano azul, que significa um mercado onde ainda não há concorrentes. Os maturis oferecem muitas oportunidades a serem exploradas, especialmente dentro dos conceitos de ‘envelhecimento ativo’ e seu desejo de autonomia e de se manterem antenados, mas é preciso saber como trabalhar”, diz Simone Lara.

panrotas.com.br

O silêncio sobre os idosos brasileiros

“A longevidade saudável é crescente, deve ser festejada, mas com recursos financeiros para sustentá-la.”

”A voz do idoso e da idosa é silenciada no Brasil”, dispara o médico epidemiologista e presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil, Alexandre Kalache, semanas atrás, quando foram divulgados índices e números da população dos mais velhos no país que não para de crescer por conta do aumento acelerado da longevidade do ser humano. ”E a maior parte dos brasileiros chega muito mal à velhice, com uma pensão ruim, sem segurança alimentar nem habitacional. O que significa envelhecer na pobreza, na miséria, em um país muito desigual”, ele acrescenta. 

Leia a reportagem de Léa Maria Aarão Reis na Carta Maior Online

https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Idades-da-Vida/O-silencio-sobre-os-idosos-brasileiros/13/49262

 

Cartilha Idosos Pós-Pandemia da UnATI-Uerj está disponível online

Boletim Eletrônico  Assunto: #Cartilha de Procedimentos Pós-Abertura em Tempos de Pandemia da Covid(19) é Lançada pela Coordenação de Projetos de Extensão da UnATI.Uerj * A Partir de 2ªFeira Dia 16/11/2020. 

www.unatiuerj.com.br

Olá Amigos(as)

Impulsionado pelos desdobramentos da Pandemia da Covid(19) – que (10)Meses após ao primeiro caso do Novo Coronavírus detectado em Wuhan, na China, já alcançou a triste marca de mais de (01)Milhão de mortes -, o “Novo Normal” teve que ser desenhado para que a sociedade pudesse andar com otimismo a caminho da normalidade, tentando deixar para trás a maior tragédia sanitária em mais de (100)Anos.

Mas o que é o “Novo Normal”?! Notoriamente, nunca uma expressão – que virou mantra -, foi definida de tantas formas e nuances diferentes pela humanidade nos últimos tempos. A prática da TeleMedicina, famílias mais tempos juntas em casa, distanciamentos nos escritórios, novas criatividades reveladas – O “Novo Normal” tem o poder de mudar a história diante dos nossos olhos.

Flexibilizar é necessário, e evidentemente a estrada a ser percorrida ainda é muito grande – muitas vacinas estão sendo anunciadas -, e compreensivelmente o receio é inevitável. Mas com o dever de seguir em frente – ancorados e informações científicas, com o devido distanciamento físico e sempre, sempre de máscara a Equipe da Coordenação de Projetos de Extensão da UnATI.Uerj adaptando-se às circunstâncias vem dando andamento às suas ações previstas para 2020.   

E fechando o ciclo – em 2020 -, de Cartilhas de Ações Educativas com questões centradas nas questões relativas ao Envelhecimento da nossa população que possam facilitar a disseminação de informações que venham mudar a vida do Cidadão Idoso, a Coordenação de Projetos de Extensão da UnATI.Uerj acaba de lançar a Cartilha “Idosos no Domicílio – Pandemia e Procedimentos Pós-Abertura”.

Elaborada por Estudiosos Pesquisadores Especialistas da área da Saúde a Cartilha que é parte integrante do Projeto Extensionista “Recursos Comunitários à Pessoa Idosa” e visa contribuir com informações que orientem a população a lidar melhor com os diversos protocolos que estão sendo elaborados por Organizações de Saúde. 

A Equipe da Coordenação destaca que para os 60+, vale lembrar que boa parte dos seus hábitos inclui alguma forma de congregação social, seja com amigos, familiares ou conhecidos. “Para melhor adaptação ao “Novo Normal” e a flexibilização aos novos protocolos sanitários e comportamentais para o convívio social do dia a dia, é importante que a população Idosa siga todas as orientações prescritas por Instituições que tem como foco a difusão de ações Educativas em Saúde”. Esclarece a Equipe da Coordenação de Projetos de Extensão da UnATI.Uerj.

A Cartilha “Idosos no Domicílio – Pandemia e Procedimentos Pós-Abertura” já encontra-se disponível para ser baixada na íntegra no Site da UnATI.Uerj – www.unatiuerj.com.br – no botão link. 

Inserindo-se no Novo Normal e seguindo todos os protocolos sanitários e comportamentais – mesmo de longe a UnATI.Uerj continua sempre junto de você!

Att, Marcos Teodoro

Assessor de Comunicação Social da UnATI.Uerj     

Carinho da família combate o declínio no envelhecimento

Convidar sua mãe e sua avó para jantar pode prolongar e melhorar a qualidade de vida delas, mostra um novo estudo. Isso porque pesquisadores da University of California (EUA), descobriram que a solidão desempenha um papel importante no declínio, muitas vezes associado à velhice.

O estudo acompanhou 1.600 adultos, com uma idade média de 71 anos. Apesar de controlar o status socioeconômico e a saúde, os solitários consistentemente mantinham taxas de mortalidade mais altas. Quase 23% dos participantes solitários morreram dentro de seis anos do estudo. Os que relataram companhia adequada e faleceram nesse período, por sua vez, foram apenas 14%.

“A necessidade que tivemos em nossas vidas inteiras – pessoas que nos conhecem, nos valorizam, que nos trazem alegria – que nunca vai embora”, explicou Barbara Moscowitz, assistente social geriátrica do Massachusetts General Hospital, ao The New York Times.

IstoÉ

Maratona Digital Longevidade 2020: grátis e com certificado

 

20/11 – 9:00 – 9:50
PAINEL 1 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – ABERTURA

Tema: Saúde, comportamento e consumo dos longevos no Pós Pandemia. O novo normal na vida do público sênior.
Talkshow de apresentação e introdução ao programa da Longevidade Virtual com dirigentes de instituições parceiras.

Mediador: Francisco Santos (Idealizador e Presidente da Longevidade Expo+Fórum).

Convidados: Bruno Assami (Diretor Executivo da UNIBES Cultural), Dr. Helton Freitas (Presidente Seguros Unimed), Eva Bettine (Presidente Associação Brasileira de Gerontologia) e Sérgio Serapião (CEO Labora).

10:00 – 10:50 – PAINEL 2 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRAS E DEBATES

Tema: ‘Bem’ Estar no ‘Novo’ Estar.

Curadoria: Unibes Cultural

Mediador: Bruno Assami – Diretor Executivo da UNIBES Cultural. Concepção, Implantação e Direção de Organizações do Terceiro Setor.

Convidados: Mirian Goldenberg – Antropóloga e escritora brasileira. Mirian Goldenberg é Doutora em Antropologia Social.

Ricardo Cavallini – Autor de 6 livros que abordam tecnologia e negócios. Professor da Singularity University. Embaixador MIT Sloan Review Brasil. Um dos apresentadores do Batalha Makers no Discovery Channel. Colunista no UOL sobre inovação e tecnologia.

Nabil Bonduki – Arquiteto, urbanista, professor universitário e político brasileiro. É professor titular de planejamento urbano da Universidade de São Paulo e professor visitante na Universidade da Califórnia, em Berkeley. É colunista de órgãos de imprensa como Carta Capital, Folha de São Paulo e Rádio USP.

11:00 – 12:20
PAINEL 3 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRA

Tema: Expectativas e desafios no atendimento ao público longevo. A saúde cada vez mais personalizada.

Curadoria: Hospital Sírio Libanês

12:30 – 12:50
PAINEL 4 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRA

Tema: O poder transformador do Mindful Eating: consciência e equilíbrio alimentar pós quarentena.

Curadoria: Trasmontano

Mediador: Dr. Sérgio Anjos Garnes – Especialista em Nutrologia, Mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde pela UNIFESP.

Convidado: Dr. Andrea Bottoni – Especialista em Nutrologia, Instrutor de Mindful Eating, Mestre em Nutrição, Doutor em Ciências pela UNIFESP e Coordenador do serviço de Nutrologia do Hospital IGESP, empresa do Grupo Trasmontano.

13:00 – 16:45
II CONGRESSO BRASILEIRO DA LONGEVIDADE SEGUROS UNIMED

13:00 – 13:40
PAINEL 5 – II CONGRESSO BRASILEIRO DA LONGEVIDADE SEGUROS UNIMED – CONFERÊNCIA DE ABERTURA

Tema: O Futuro do Trabalho.

Curadoria: Seguros Unimed

MC Apresentador: Odilon Wagner – Ator, autor e diretor de teatro.

Convidado: Domenico de Masi – Professor, escritor e sociólogo italiano.

13:45 – 15:15
PAINEL 6 – II CONGRESSO BRASILEIRO DA LONGEVIDADE SEGUROS UNIMED – CONFERÊNCIA

Tema: Saúde e Bem-Estar.

Curadoria: Seguros Unimed

MC Apresentador / Mediação: Odilon Wagner – Ator, autor e diretor de teatro.

Convidados: Regina Nogueira (Kota Mulangi) – Presidente do Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais e de Matriz Africana.

David Uip – Diretor do Instituto do Coração de São Paulo da FMUSP e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Ary Fontoura – Ator, poeta, escritor e diretor brasileiro.

15:20 – 16:45
PAINEL 7 – II CONGRESSO BRASILEIRO DA LONGEVIDADE SEGUROS UNIMED – CONFERÊNCIA

Tema: Relação médico – paciente

Curadoria: Seguros Unimed

MC Apresentador / Mediação: Odilon Wagner – Ator, autor e diretor de teatro.

Convidados: Glória Maria – Repórter e apresentadora de televisão .

João Gabriel Marques Fonseca – Médico, professor e membro do HC-UFMG.

16:50 – 17:20
PAINEL 8 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRA

Tema: Profissões do Futuro: Seniores Digitais. Compartilhamento de resultados de programa de preparação de profissionais 50+ para novas carreiras em tecnologia, desenhadas para competências seniores.

Curadoria: Labora

Convidados: Ricardo Seara – (Co-Fundador e Head de Talento na Labora e Educador no Instituto Reciclar).

Daniele Botaro – (Líder de Diversidade e Inclusão para América Latina na Oracle).

17:25 – 17:55
PAINEL 9 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRA

Tema: Trabalho sênior no mundo, desafios e oportunidades em diferentes continentes.

Curadoria: Labora

Convidado: Sérgio Serapião – (Co-fundador e CEO da LABORA. Empreendedor social, fellow Ashoka. Fundador do movimento LAB60+ e membro do conselho do Sistema B).

Renato Souza – (Gerente de Diversidade, Inclusão e Impacto Social da PwC Brasil).

18:00 – 18:30
PAINEL 10 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRA

Tema: Vieses inconscientes e idadismo na comunicação: como a comunicação pode reforçar preconceitos ou quebrar paradigmas em uma sociedade regida pela cultura jovem-cêntrica.

Curadoria: Labora

Mediadora: Fernanda Zemel – (Head de comunidade labora e co-fundadora da plataforma women creating de diversidade de gênero).

Convidados: Marcia Monteiro – (Jornalista, pesquisadora da Longevidade e fundadora da Consultoria Geração Ilimitada).

Mauro Wainstock – (Atua com projetos de Longevidade, Inclusão, Diversidade e Biografias, organizador do International Space Apps Challenge/NASA, o maior hackathon do mundo e CEO Hub40+).

Rennê Nunes – (CEO da UP Lab, Embaixador do Lab60+, advisor da Rhizom Blockchain e Facilitador Criativo pelo Art of Hosting).

18:35 – 19:05
PAINEL 11 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRA

Tema: Diversidade geracional nas empresas – a jornada já começou!

Curadoria: Labora

Convidados: Sérgio Serapião – (Co-fundador e CEO da LABORA. Empreendedor social, fellow Ashoka. Fundador do movimento LAB60+ e membro do conselho do Sistema B).

Lina Nakata – (Cientista de dados do Great Place to Work, co-presidente da PWN São Paulo – Professional Women Network, e diretora de marketing da ANGRAD).

Maria José Tonelli – (Psicóloga, com Mestrado e Doutorado em Psicologia Social. Professora titular na FGV).

19:10 – 19:50
PANIEL 12 – LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – PALESTRA

Tema: Gerontecnologia: contribuições para a longevidade.

Curadoria: Sesc SP

Mediador: Alessandra Nascimento – (Assistente de Gerência de Estudos e Programas Sociais Sesc SP).

Convidada: Carla da Silva Santana Castro – (Presidente do Conselho Municipal do Idoso de Ribeirão Preto (CMI). Tem experiência na área de Terapia Ocupacional, com ênfase em Cuidados ao Idoso com Distúrbios Cognitivos e Sensoriais, e membro da Sociedade Brasileira de Gerontologia).

20:00 – 21:00
LONGEVIDADE EXPO+FÓRUM – APRESENTAÇÃO CULTURAL DE ENCERRAMENTO

Tema: Como exercitar e despertar o corpo.

Curadoria: Sesc SP

Mediador: Gustavo Nogueira – (Assistente de Gerência de Estudos e Programas Sociais do SESC SP).

Convidado: Ivaldo Bertazzo – (Educador, coreógrafo e terapeuta de movimentos).

Longevidade Expo + Fórum é um empreendimento da Longevidade Feiras e Congressos, com realização e gestão da São Paulo Feiras Comerciais, empresas do Grupo Couromoda, organização com 47 anos de experiência no setor de feiras de negócios e congressos profissionais.

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