Adeus, enxaquecas

Notícias ao Minuto


Atualmente pelo menos 300 milhões de pessoas sofrem de enxaqueca. A doença é incurável e traz muito sofrimento.

A Organização das Nações Unidas classificou a doença entre as cinco mais incapacitantes, ao lado de tetraplegia, depressão, psicose e demência. Mas pode haver uma boa notícia a caminho: pela primeira vez na história da medicina há uma terapia que se mostra eficaz para prevenir as dores de cabeça severas.

Estudos conduzidos por quatro empresas farmacêuticas, publicados recentemente na revista The Lancet, revelaram um promissor mecanismo de ação específico contra um alvo que desencadeia a doença.

A droga que está em fase final de pesquisa é um anticorpo monoclonal, uma molécula produzida em laboratório capaz de chegar ao seu destino sem provocar efeitos secundários no organismo.

O medicamento bloqueia um composto químico cerebral, o CGRP – substância liberada pelo nervo trigêmeo, estrutura que se estende por quase toda a cabeça, com efeito vasodilatador e inflamatório.

Uma questão genética faz com que o cérebro do ‘portador’ da enxaqueca seja hipersensível a estímulos como longos períodos de jejum ou de stress e, por isso, as quantidades de CGRP liberadas são mais elevadas, provocando a enxaqueca. 


Conteúdo http://www.msn.com

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

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