C&A e revista Elle entram para a História

Todas as mulheres do mundo concordam que um pretinho básico é item obrigatório em qualquer guarda-roupa. E desde a invenção do prêt-à-porter, a moda jamais deixou passar em branco o clássico que de tempos em tempos ganha novas leituras e repaginações em nome de sua perpetuação.
Dos ombros arredondados, com cintura moldada dos anos 40, ao “new look” dos anos 50, até chegar ao tubinho da década seguinte, passando pela silhueta boho da era hippie e a febre zíper que lacrou a moda feminina nos anos 80. 

O minimalismo da década de 90 também está representado com um tomara que caia na fenda lateral, assim como o midi, que definiu o comprimento e o comportamento dos dias de hoje.


Além dos sete vestidos, a coleção também terá calça social, 3 t-shirts e uma camisa em branco e cinza mescla.A coleção chega às lojas selecionadas do Brasil e na loja virtual cea.com.br no dia 23 de Agosto, com preços que vão de R$39,99 até R$199,99.  

                                                 
Por sua importância histórica, o famoso “LBD” (abreviação de “little black dress”) foi a peça chave escolhida pela ELLE para lançar sua primeira parceria com a C&A numa coleção que homenageia as últimas sete décadas da moda.


Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

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