Quantos anos você tem (subjetivamente)?

No filme “O Preço do Amanhã”, Amanda Seyfried aparece aqui com a mãe e a avó. Quem é quem?

 

Você sabe a idade que tem? Parece uma pergunta de resposta simples e imediata, mas novas perspectivas científicas e sociais indicam que não. Definitivamente, idade cronológica não tem nada a ver com a idade verdadeira, a biológica.
A idade cronológica é o número de anos, dias e até horas desde o nascimento. A idade biológica é o número de anos que o nosso corpo carrega. A idade cronológica e a biológica nem sempre coincidem. Aliás, cada vez coincidem menos.
Para Markus Schafer, autor de estudo sobre o tema na Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, “a idade subjetiva tem um efeito mais forte do que a cronológica”.
De fato, de uns dez anos para cá, o estudo sobre idade evoluiu muito. Especialmente nas duas pontas. A adolescência, por exemplo, já vai até os 25 anos cronológicos em média. E a chamada terceira idade já não é mais a mesma. Afinal, muitos que já passaram dos 60 não devem nada aos mais jovens.
Fórmula
Se a idade cronológica está relacionada simplesmente ao tempo de vida de uma pessoa, a biológica está relacionada ao envelhecimento das células que, por sua vez, está diretamente ligada aos hábitos e determina a qualidade de vida. Essa idade biológica pode até ser modificada em função do local onde se nasceu, do tipo de alimentação que cada um tem desde pequeno e depende das escolhas.
Os cientistas já desenvolveram uma fórmula para saber qual é a idade biológica de cada pessoa: trata-se da “Calculadora da Idade Biológica”. Está até disponível na internet.
A calculadora leva em conta a idade cronológica, claro, mas inclui aspectos como genética e cardiopatias (doenças do coração).
Se você tem um histórico de família com parentes que vivem muito, entram na idade avançada, é bem certo de que sua tendência a ter uma vida longa, seja grande.
O risco de mortalidade por cardiopatias também é determinante. Pessoas com familiares com muito histórico de infartos tendem a repetir e ter infarto (aí entra o aspecto prevenção, porque sabendo a tendência, pode-se romper esse ciclo).
Os aspectos médicos que determinam um histórico de câncer, por exemplo, também são analisados. Os outros dois fatores fundamentais da calculadora são os aspectos psicológicos (tendência à depressão, satisfação com o emprego).

 

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Voltar ao topo