Scooter Sênior

A scooter, ou motoneta, é um veículo propício para deslocamentos nas cidades, mas não é todo mundo que se sente à vontade, ou confiante, para pilotar uma. Com o intuito de aumentar a segurança dos pilotos mais velhos, o estúdio britânico de design PriestmanGoode, a pedido do Museu do Design de Londres, criou a Scooter for Life, ou scooter para a vida, uma motoneta com adaptações que favorecem a estabilidade do condutor – e ainda fazem do veículo um prático carrinho de compras. O protótipo tem duas rodas maiores na parte dianteira e uma menor na de trás – que gira em 360° para facilitar as manobras – e só se movimenta quando é desfreado. Na frente, há uma cesta para armazenar mercadorias. Toda a estrutura, por sinal, pode ser compactada no modo carrinho de supermercado, com alças e manoplas que exigem esforço mínimo para ser manuseadas. A Scooter for Life também é adaptável para funcionar à base de energia elétrica e conta com um assento opcional para quem tem mais dificuldade de locomoção. O veículo foi desenhado com base em sessões de pesquisa com pessoas mais velhas e a partir das necessidades elencadas por elas – poder ser estacionado dentro de casa, ser carregado no transporte público e entrar em lojas, por exemplo. Ainda não há informações sobre produção e preços.

Tênis com sinal de alerta para a queda

Ninguém quer ficar parado, e se movimentar é, de fato, uma boa pedida para viver mais e melhor. Para quem vive para lá e para cá, uma startup francesa criou um par de tênis com alarmes que avisarão familiares, amigos ou algum serviço médico se o usuário sofrer uma queda. O E-vone – esse é o nome do calçado – é dotado de uma série de aparatos na sola: GPS, sistema de pressão, acelerômetro – instrumento que mede aceleração e detecta vibrações – e giroscópio – usa a força da gravidade para saber a posição de um corpo no espaço. Todos esses sensores acionam o sistema de alarmes assim que a pessoa coloca os tênis.  Os preços dos modelos variam entre US$ 100 (R$ 402) e US$ 150 (R$ 604), além de uma taxa mensal de US$ 20 (R$ 80,5) para a monitoração dos alarmes.

 

 

Airbags para os quadris

Fraturas nos quadris podem se tornar um problema mais sério do que se pode pensar à primeira vista. Além dos danos aos ossos e de provocarem dores crônicas, também são portas de entrada para infecções e doenças cardiovasculares. Para evitar consequências indesejáveis em uma eventual queda, uma empresa da França especializada em airbags para aeronaves e também para atividades como hipismo, motociclismo e prática de esqui, resolveu desenvolver modelos dessas bolsas de ar para ser usados na cintura. Para chegar ao formato final do Hip’Safe, o airbag de proteção à pelve das pessoas de idade mais avançada, foram necessários dez anos de estudos. O aparato funciona da seguinte maneira: um sistema eletrônico implementado no cinto do equipamento analisa continuamente os movimentos do usuário. Quando a iminente queda é detectada, dois airbags são acionados em 0,8 segundo, protegendo a bacia na hora do impacto. O cinto é leve e vendido em cinco diferentes tamanhos.  A bateria do Hip’Safe dura até sete dias, e a capa que recobre o dispositivo pode ser higienizada na máquina de lavar. O produto custa € 649 (R$ 3.022).

Compacto do conteúdo do site do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

 

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