Sala de Aula : Qualidade de Vida no envelhecimento por Atul Gawande

 

Atul Gawande, médico e jornalista norte-americano, é autor de “Mortais”,  (R$ 36, na Amazon) um dos livros mais importantes que li. A entrevista que publicamos aqui para o programa Late Life é bem informativa sobre a sua criativa maneira de ver a Medicina e ser médicos. Tem 54 anos, é casado e tem 3 filhos. A entrevista tem legendas. Thereza Christina Jorge.

A seguir, um texto da Wikipédia sobre o médico:

 

 

Atul Gawande (Brooklyn, Nova Iorque, 5 de novembro de 1965) é um médico e jornalista americano. É especialista em reduzir erros, aumentar a segurança e melhorar a eficiência dos procedimentos cirúrgicos. Atua como cirurgião geral e do sistema endócrino no Brigham and Women’s Hospital em Boston, Massachusetts e como diretor associado do Center for Surgery and Public Health. Também é professor associado na Harvard School of Public Health(Escola de Saúde Pública de Harvard) e professor associado de cirurgia na Harvard Medical School (Escola de Medicina de Harvard). Tem diversas publicações sobre medicina e saúde pública no The New Yorker e na revista Slate e é autor dos livros Complications, Better e The Checklist Manifesto.[1]

 

Para a legenda em Português, siga as instruções do YouTube

Thereza Christina Pereira Jorge

Iniciamos com Viva com Beleza Envelhecimento Ativo há 10 anos. E estamos aprendendo a Arte de Envelhecer, e que Arte difícil! O site trata da descoberta do meu Envelhecimento Ativo. Consultoria em Envelhecimento Ativo [email protected] Meu nome é Thereza Christina Pereira Jorge, sou carioca, mãe de dois filhos, jornalista. Estudo há sete anos e Envelhecimento Ativo e escrevo sobre isso. Primeiro no blogue Viva com Beleza e agora no site Arte de Envelhecer. Fui repórter-editora nos jornais O Globo e sucursal Rio de O Estado de São Paulo. Trabalhei nas revistas femininas da Editora Bloch e na revista Isto É, também na sucursal. Sou formada em Ciências Sociais pela UFRJ. O site _ https://www.artedeenvelhecer.com.br _ é muito autobiográfico porque estou descobrindo e praticando o que a OMS definiu como Envelhecimento Ativo. Amo a vida e o viver. Tenho apreciado (às vezes) o meu envelhecer.

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