Pandemia: dores e temores das idosas brasileiras em livro da Fiocruz

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Lançado este mês, o livro (Im)permanências: História oral, mulheres e envelhecimento na pandemia reúne relatos autobiográficos de mulheres idosas, contando como estão vivenciando esses tempos tão desafiadores. A publicação propõe uma série de reflexões, buscando compreender como essas mulheres têm lidado com a pandemia de Covid-19 e de que forma medidas necessárias para o controle da doença interferiram em suas práticas de sociabilidade e qualidade de vida. A obra foi organizada pelas pesquisadoras Denise Nacif Pimenta, da Fiocruz Minas; Juniele Rabêlo de Almeida, da Universidade Federal Fluminense (UFF); e Lívia Morais Garcia Lima, da Universidade de São Paulo (USP).

Com quase mil páginas, o livro foi publicado em dois volumes, dispondo cada um deles de 20 capítulos. Ao todo, são 74 autores, entre pesquisadoras e pesquisadores de várias partes do país que, ao realizarem seus estudos durante a pandemia, fizeram entrevistas com pessoas idosas, em diferentes regiões do Brasil. Essa diversidade resultou em uma abordagem bastante variada, mostrando os impactos da pandemia para as mulheres idosas em relação a diferentes aspectos. Questões como gênero e raça, as militâncias, cuidadores e cuidados são alguns dos temas que permeiam a publicação.

De acordo com as organizadoras, o livro foi idealizado logo no início da pandemia, a partir de um projeto do Laboratório de História Oral e Imagem da UFF ((Labhoi/UFF), coordenado pela Juniele Rabêlo, que propôs a organização de um acervo com testemunhos que permitissem registrar essa questão dos idosos no contexto da pandemia. “O projeto iniciado pelo Labhoi apontou para a necessidade de valorizar as trajetórias e experiências dos idosos”, afirma a pesquisadora Lívia Morais Garcia Lima.

Para a pesquisadora Denise Nacif Pimenta, o livro é resultado de um processo bastante colaborativo e de uma sinergia entre diferentes pessoas. “Foi a junção de expertises e experiências que possibilitou a organização de todo esse material em tão pouco tempo” ressalta.

O livro (Im)permanências: História oral, mulheres e envelhecimento na pandemia, em formato impresso, pode ser adquirido pelo site da Editora Letra e Voz.

Com quase mil páginas, o livro foi publicado em dois volumes, dispondo cada um deles de 20 capítulos. Ao todo, são 74 autores, entre pesquisadoras e pesquisadores de várias partes do país que, ao realizarem seus estudos durante a pandemia, fizeram entrevistas com pessoas idosas, em diferentes regiões do Brasil. Essa diversidade resultou em uma abordagem bastante variada, mostrando os impactos da pandemia para as mulheres idosas em relação a diferentes aspectos. Questões como gênero e raça, as militâncias, cuidadores e cuidados são alguns dos temas que permeiam a publicação.

De acordo com as organizadoras, o livro foi idealizado logo no início da pandemia, a partir de um projeto do Laboratório de História Oral e Imagem da UFF ((Labhoi/UFF), coordenado pela Juniele Rabêlo, que propôs a organização de um acervo com testemunhos que permitissem registrar essa questão dos idosos no contexto da pandemia. “O projeto iniciado pelo Labhoi apontou para a necessidade de valorizar as trajetórias e experiências dos idosos”, afirma a pesquisadora Lívia Morais Garcia Lima.

Para a pesquisadora Denise Nacif Pimenta, o livro é resultado de um processo bastante colaborativo e de uma sinergia entre diferentes pessoas. “Foi a junção de expertises e experiências que possibilitou a organização de todo esse material em tão pouco tempo” ressalta.

O livro (Im)permanências: História oral, mulheres e envelhecimento na pandemia, em formato impresso, pode ser adquirido pelo site da Editora Letra e Voz.

Agência Fiocruz de Notícias

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